Multiplasingularidade

Um espaço singular e coletivo sobre o que é meu e que também diz respeito aos outros. Onde irei compartilhar os passos nessa trajetória que estou experienciando.

A gente perde a inquietação quando não critica…

No post anterior falei o quanto eu estava acomodada e sem me preocupar em pensar que linha teórica seguir.

Lembro que desde que entramos na psicologia eu e meus colegas sempre soubemos que teríamos que decidir qual linha teórica seguiriamos e que isso teria que ser definido antes do estágio em clínica pois, como é que você atenderia sem ter algo que te norteasse. Lembro também o quanto isso me angustiava e como me deixava triste pensar que teria que escolher só uma e abrir mão de outras que também tinham pontos que me interessavam, no decorrer dos semestres fui me acostumando com a idéia de trabalhar só com uma e me acomodando.

Mas depois da tsunami voltou a angustia e várias dúvidas…

No meio disso, continuei curiosa em relação à esquizoanálise o Douglas professor la da faculdade sugeriu como leitura uma dissertação de mestrado chamada Clínica experimental: programa para máquinas desejantes do Rafael Adaime.

Voltou a brotar o dom da crítica!

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